quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Duffy se mostra mais independente com o novo álbum

Nessa entrevista ela fala da Jeanette Lee e compara um pouco os dois discos.

Depois de uma grande estréia, Duffy define sua própria identidade musical. De acordo com ela, a presunção é a causa de todo mal. Então se você acha que ela está feliz só por que Rockferry foi um estouro, você está errado.

A pequena passou a maior parte da sua infância em Nefyn, uma pequena vila galesa a cinco horas de distância de Londres. Ela competiu em um show de talentos galês antes de cantar em um clube e gravar demos, teve um que até chegou à mesa de Jeanette Lee, da Rough Trade.

O resto é história. Lee chamou Bernard Butler, de quem Duffy nunca tinha ouvido falar, e sob sua guia, Rockferry se tornou um sucesso.

Semana passada, o segundo álbum da Duffy, Endlessly, finalmente saiu. Não há nenhum traço do Butler que Albert Hammond tenha pegado.

Signitivamente, Duffy também cortou os traços com Jeannette Lee. “Muitas pessoas ao meu redor achavam que me conheciam melhor do que eu mesma. Tinha muitas pessoas julgando. E por ser forte, eu tive que manter dos á tona. Eu acho seria surpreendente saber que era eu que apunhalava os outros pelas costas, não o contrário. Quando eu cansei de tudo, eu pensei: “F*da-se”. “Estou cansada de ser uma mãe. Cansada de todas essas coisas e voltarei a ser eu mesma. ””

“Eu tinha uma pessoa me dizendo como cantar e como agir. E eu pensei: “Só te conheço há 100 semanas””. “O único modo de me assegurar de que não estava perdendo a cabeça e eu era capaz e não precisava ser alimentada e ter alguém me dizer o que fazer, era voltar ao que eu faço.”

Hammond contatou Duffy no ano passado após ver ela na TV americana. “Albert nunca tentou me rebaixar. Nunca falamos de mim na terceira pessoa. Foi sei esforço e ele falava comigo como um ser humano. Ele sabia que eu era uma pessoa e não tinha nenhum truque. Ele queria facilitar o que eu era ao invés de me criar.

Então é seguro assumir que muita coisa mudou depois do primeiro álbum? “Eu estava feliz com a voz, não tem muito que fazer sobre isso agora. Musicalmente, profissionalmente, eu tenho aprendido muito. Direi-te algo que começou em baixo da minha pele, a noção de ser orgânica, ou real. Duffy é real. As pessoas foram muito longe com a minha USP.”

USP?

“Meu único ponto de venda. Eles se convenceram demais e pensaram muito sobre as coisas.”

O álbum é mais energético do que o outro, grandes agradecimentos aos backing vocals da Duffy: The Roots. Duffy os conheceu através do hit The Seed. “É uma corrida sem fim. Trabalhar com eles foi muito legal. Eu sabia que a formula ia funcionar por que é assim que Burt Bacharach fez. Você colocar o ritmo e entra no coração das músicas.

Apesar das vendas do novo CD não ter batido das do anterior, por enquanto, as expectativas foram colocadas de lado. Aimee Ann Duffy vai fazer músicas sem se importar com as vendas ou posições.

“Eu me trato como uma mercadoria. Eu trabalho duro, mas o que você vê é o que você consegue. Não existe uma Duffy “pessoa” e a pessoa com quem você está conversando agora. Sou apenas eu. E tudo o que eu faço é sobre música.”

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